Março de 2009 por Will Lukazi

''Já fui Caminho, já fui Paisagem e hoje eu sou Destino ''

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Post 175

sábado, 26 de março de 2016.





O que é o Outono senão um amontoado de lembranças que me servem de folhas secas caídas ao chão?

Se ao menos não estalassem tanto quando eu pisasse sobre elas, meu Deus !









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Post 174

quarta-feira, 6 de maio de 2015.




A gente que viaja pelas beiradas da palavra
sabe do precipício,
sabe aonde tudo acaba.

Sabe que o Início é meramente um ser fictício,
não existe,
é só mais um conto de fadas.

Sabe que a Liberdade é um recinto
de portas e janelas largas,
porém lacradas.

Parabenizo o Nada com uma salva de palmas,
 pois de tudo que se finge
ele é o sentimento mais sóbrio
aquele que chega forte
ao cair da tarde






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Post 173

segunda-feira, 15 de setembro de 2014.



Sem muitas palavras, e quanto menos, menos armadilhas teremos. O olhar estica-se até o horizonte. O sol, os raios, a quietude das montanhas e tudo me inspira a sentir o murmúrio das coisas brandas, cujo vento as tornam inspiradoramente suspensas. Um brado, um grito, um espírito, uma pata felina selvagem que rompe a estrada e absolutamente nada me desliga dessa nuvem pulsante de sentimentos e reflexões que sempre vão um pouco mais adiante, um pouco mais em frente e me alcançam com garras, pêlos, desejos e dentes.
Como herança me deixaram veias com larva vulcânica dentro, um coração montanha, sentinela de um bosque perdido que apenas em fúria é ouvido, que faz do estrondo teu grito de existência, teu rugido máximo em busca de oxigênio, mesmo mínimo. Fumaça que alcança o espaço e aí sim, e só assim é visto. Tudo é questão de saberem com que estão lidando e pronto e prantos e pontes e puuulem !
Preservo meus dias não com o que vejo, mas com o que sinto. Eu, escudo de mim mesmo, espada de mim mesmo. Minha maior medalha em campo de batalha é quando entendo que sou fraco o suficiente, que preciso de mais uma lança, de mais um braço, de mais um dedo anelar reluzente.
Sem muitas palavras, as deixo amortecidas, caladas, umedecidas em um canto. Não é preciso muitas delas quando tudo já está soletrado em linha firme, em papel bonito de caligrafia sísmica...abalo garantido em algum ponto deste mar perdido corpo adentro.
Por favor, calem-se! Preservem o silêncio! O único barulho bem-vindo é do peito__sinal de vida ou de mera existência: Preferência à vista!!!






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Post 172

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014.






Talvez tenha muito a ver com o fato de termos um espírito selvagem, galopante, daqueles que esfregam a cara no vento e dão uma relinchada com força, jogando no ar suor, vigor, feromônio e um convite oculto.

Mesmo que façam suas cercas e estendam seus arames, deixem ao menos atentos seus ouvidos__só assim saberão de nosso salto, de nossos cascos cortando poeira e terra tendo como única direção o instinto, o invisível, o uivo da curva, o mais importante.

Cansado de tudo que os olhos podem tocar me recolho às coisas que o coração, e só ele, pode sentir. Nada de pedir créditos, nada de mendigar credibilidade, meu sentimento me basta. Fecho os olhos, pois só lá, onde morrem as aparências é que consigo ver tudo que é real, tudo que pulsa querendo acontecer, lá sim, longe de todos, longe das leis dos homens, vejo seres em seu estado normal. 
E ainda que um laço me roce a crina passará no vazio, pois eu já me decidi.

Ainda pertenço à relva verde e isso é ser livre, meu Deus ! 






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