Talvez tenha muito a ver com o fato de termos um espírito selvagem, galopante, daqueles que esfregam a cara no vento e dão uma relinchada com força, jogando no ar suor, vigor, feromônio e um convite oculto.
Mesmo que façam suas cercas e estendam seus arames, deixem ao menos atentos seus ouvidos__só assim saberão de nosso salto, de nossos cascos cortando poeira e terra tendo como única direção o instinto, o invisível, o uivo da curva, o mais importante.
Cansado de tudo que os olhos podem tocar me recolho às coisas que o coração, e só ele, pode sentir. Nada de pedir créditos, nada de mendigar credibilidade, meu sentimento me basta. Fecho os olhos, pois só lá, onde morrem as aparências é que consigo ver tudo que é real, tudo que pulsa querendo acontecer, lá sim, longe de todos, longe das leis dos homens, vejo seres em seu estado normal.
E ainda que um laço me roce a crina passará no vazio, pois eu já me decidi.
Ainda pertenço à relva verde e isso é ser livre, meu Deus !
Esse é bem você Will! Sempre em busca dessa tal liberdade.
Saudades de você aqui!
Beijos!
Puxa vida, Will!
Senti o vento na cara nesse seu galope.
Puro gosto de liberdade, o melhor sabor que existe. Saboreia-o melhor quem tem maturidade. Este seu texto é pura maturidade.
Muito, muito bom falar com você novamente.
Abração
Olá amiga Zélia! Tudo bem contigo?
Saudades sua, minha amiga. É bom demais vê-la aqui. Muito obrigado pelo comentário. ''O que vou fazer com/sem essa tal Liberdade''...srsrs.....
Um Super Beijo! Some não.
Olá Van, grande Van! Tudo bem contigo, garota?
Há tempos infelizmente dei uma parada aqui no blog, assim como deixei de visitar os dos amigos. Bom que venho aqui e com suas palavras me puxar a orelha....rsrsr....Obrigado pela presença. Gostei muito do comentário que fez.
Um Super Beijo!
thx
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thank you
سعودي اوتو
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